terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Scarlett O'Hara - Minha Inspiração
Caramba! Ela é demais!
Não há arrependimentos em ter lido E O Vento Levou - Margareth Mitchell e em ter assistido o filme. Muito pelo contrário. Pude acompanhar pelas 527 páginas a nas mais de 3 horas de cenas dramáticas e comoventes a trajetória de Katie Scarlett O'Hara, personificada por Vivien Leigh. Uma garota mimada com essência egoísta e pronta para encarar os desafios, e é justamente essas características que a fazem lutar para conseguir tudo o que quer.
16 anos. A mais linda do condado e com grande número de pretendentes para casar! Os rapazes, atraídos pelo carisma e olhos verdes flertam com Scarlett mais do que com qualquer outra pessoa.
Acontecem muitas coisas tristes. A história é bonita e triste. Começando pelo fato de Scarlett descobrir que ama Ashley Wilkes justamente quando está tudo pronto pra ele se casar com outra, a Melanie Hamilton, a prima dele de 2° grau. Tradição da família Wilkes em se casar com primos.
Imaginando conseguir Ashley para si, Scarlett prossegue em tentativas vãs.
Bom, aí acontece a Guerra Civil Dos Estados Unidos, a garotinha mimada perde todas as riquezas e conforto de uma vida tranquila em Tara... passa por coisas inimagináveis! Fica viúva aos 16 anos, encontra Reth Butler, o qual a ajuda em se rebelar contra vida e contra o mundo.
Reth Butler nada mais é do que um cínico!
O egoísmo escreve o destino dos 2. Tudo acaba e o vento tudo leva! Todos os romances, fúrias, medos, amores acabam indo embora em medida que a vida acontece. Scarlett O'hara carrega sob si o fardo de toda sua família. Nunca desiste de nada, e promete para si mesma que com Deus por Testemunha nunca mais passará fome...
Mais adiante se transforma mais um pouco...
A filha de Scarlett, Bonnie. Que morre também. Tem muita morte no filme.
Katie Scarlett O'Hara Hamilton Kennedy Butler
Ela faz. Ela vivi.
Nada como era antes, mas tudo como tem de ser. O maior virtude de Scarlett O'Hara? A determinação!
I Love You, Katie!
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
E O Vento Levou
Nada representando agora nesta terra de Deus
E nem nas águas Abaixo dela
Como penhor de uma nação que morreu
Guarde-a, caro amigo, e mostre-a
Mostre-a àqueles que deram ouvido
À história que está ninharia irá contar
De Liberdade, do sonho dos patriotas nascida
De uma nação, pela tormenta embalada, que caiu.
Como penhor de uma nação que morreu
Guarde-a, caro amigo, e mostre-a
Mostre-a àqueles que deram ouvido
À história que está ninharia irá contar
De Liberdade, do sonho dos patriotas nascida
De uma nação, pela tormenta embalada, que caiu.
Versos referentes à Atlanta, na Georgia, logo após sua queda definitiva.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A Outra Face - Deborah Ellis - Resenha
Não faz muito tempo que li o livro de Deborah Ellis e adaptação de Ana Maria Machado, A Outra Face, e me lembro dessa estória comovente que é a de Parvana, uma garota afegã de 12 anos que sofre para poder cuidar da casa e da família que é constituída pela mãe e seus 3 irmãos, o pai é sequestrado no começo do livro pelos talibãs, simplesmente por saber ler e escrever. O Afeganistão está em guerra e todas as escolas foram destruídas e bombas atacavam ali frequentemente.
As mulheres só podem sair de casa acompanhada de um indivíduo do sexo masculino, já que o pai não está presente, Parvana passar a ser um menino, cortando os cabelos e vestindo roupas do falecido irmão. Por isso o nome 'A Outra Face', ela gosta de sair durante o dia para trabalhar e conseguir o de comer para família, se sente mais livre por não ter que andar de burca.
A mãe em depressão. 2 irmãos pequenos. A irmã mais velha zomba dela a todo momento, mas ela sangra para poder ser o orgulho do pai, que estava ao lado dela sempre ajudando e dando força, porém não se sabe se está vivo ou morto, apenas descobrem que foi preso nas mãos dos covardes. Parvana só tem uma colega de escola como amiga.
Ao decorrer da história a mãe com ajuda de outras mulheres criam uma revista e reforços escolares para gerar emprego e renda. A irmã mais velha arranja um marido no Paquistão, onde a vida parece ser mais fácil, Parvana encontra o pai, mas o resto da família foi para o Paquistão, quando descobriram que lá também as pessoas estavam sendo mortas de maneiras terríveis.
O desfecho do livro é uma cena que Parvana e o pai estão numa carroça e o sol cobrindo o Monte Parvana, viajando para o Paquistão querendo encontrar a família viva.
Minha Opinião
Muito bom o livro do começo ao meio; o final não era muito o que eu esperava. Acontecem coisas legais, como por exemplo o reencontro de Parvana com o pai, mas algumas coisas ficam mal resolvidas como a mulher misteriosa da janela, e a ida para o Paquistão com a incerteza de uma vida melhor, e também o destino dos personagens. Talvez isso seja objetivo, com o propósito de mostrar que a vida afegã é incerta, as famílias não têm futuro e que cada coisa boa que acontece, por menor que seja, eles dão um valor imenso, ao contrário de muitos de nós, que mais reclamamos do que procuramos uma saída para nossos problemas, nem que sejam apenas tentativas...
Minha Opinião
Muito bom o livro do começo ao meio; o final não era muito o que eu esperava. Acontecem coisas legais, como por exemplo o reencontro de Parvana com o pai, mas algumas coisas ficam mal resolvidas como a mulher misteriosa da janela, e a ida para o Paquistão com a incerteza de uma vida melhor, e também o destino dos personagens. Talvez isso seja objetivo, com o propósito de mostrar que a vida afegã é incerta, as famílias não têm futuro e que cada coisa boa que acontece, por menor que seja, eles dão um valor imenso, ao contrário de muitos de nós, que mais reclamamos do que procuramos uma saída para nossos problemas, nem que sejam apenas tentativas...
domingo, 25 de agosto de 2013
Steve Jobs - Você Tem Que Encontrar O Que Você Ama
Discurso na Universidade de Stanford:
"Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira história é sobre ligar os pontos.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.
Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: "Apareceu um garoto. Vocês o querem?" Eles disseram: "É claro."
Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.
Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.
Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.
Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim."
Aqui a 2° história: http://annemusicsblog.blogspot.com.br/2014/03/steve-jobs-amor-e-perda.html
Aqui a 3° história: http://annemusicsblog.blogspot.com.br/2014/03/steve-jobs-superando-morte-3-historia.html
"Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira história é sobre ligar os pontos.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.
Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: "Apareceu um garoto. Vocês o querem?" Eles disseram: "É claro."
Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.
Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.
Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.
Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim."
Aqui a 2° história: http://annemusicsblog.blogspot.com.br/2014/03/steve-jobs-amor-e-perda.html
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Vale a pena ler
sábado, 24 de agosto de 2013
11 Frases de Bill Gates aos Jovens (em especial)

2. O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.
3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.
4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.
5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: a “isso” chamam oportunidade.
6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.
7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.
8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos… Façam bem à primeira!
9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.
10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o “barzinho” ou a boate e ir trabalhar.
11.Seja simpático com os “estudiosos” - aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles.
Bill Gates
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