Já posso dizer que experimentei grandes e pequenas coisas dessa vida. Eu sei que o trem precisa percorrer muitos quilômetros de trilhos e trilhos, sem recuar! Já estive dentro de estações fechadas e também expostas ao sol escaldantes, às vezes a chuvas e tempestades. Já parei no meio da estrada porque ela estava feia e desagradável, tentei desviar, e não deu, porque o meu caminho é único e só meu. Quanto mais adiante, mais pesada a carga fica e maiores são as experiencias vinculadas.
Saibas que o medo é natural, assim como várias outras coisas que costumamos a negar. Mas não é exatamente medo. É uma dúvida, será que o passar dos tempos nos traz frieza? Há tantos adultos que se adaptam à monotonia de uma forma estranha. Como conseguir chegar em casa e não querer saber das novidades? Como aguentar uma vida em que nada de maravilhoso, de esplêndido acontece? Como ver os filhos crescerem e não se apaixonar com eles, ou se emocionar com coisas já vividas por si, mas que para aquele jovem humano é novidade? Eu ainda pergunto, será que a gente perde a loucura de viver pequenos grandes momentos, tais como, finais de semana ao ar livre, exercer paixões mesmo que sem formação acadêmica traz uma satisfação ao ego...?
Qual o papel do tempo? Ou melhor, o que estamos fazendo com o tempo? Ele está passando por nós, nós estamos passando por ele, ou estamos juntos e atualizados com a nossa história? Respire e seja cauteloso. Eu vou tomar cuidado para que as coisas melhorem a cada dia, que cada vez mais eu consiga ser feliz com os olhos no relógio, não deixando que ele me roube as emoções, as razões e as intuições de uma jovem e curiosa garota, até depois dos 100.
Saibas que o medo é natural, assim como várias outras coisas que costumamos a negar. Mas não é exatamente medo. É uma dúvida, será que o passar dos tempos nos traz frieza? Há tantos adultos que se adaptam à monotonia de uma forma estranha. Como conseguir chegar em casa e não querer saber das novidades? Como aguentar uma vida em que nada de maravilhoso, de esplêndido acontece? Como ver os filhos crescerem e não se apaixonar com eles, ou se emocionar com coisas já vividas por si, mas que para aquele jovem humano é novidade? Eu ainda pergunto, será que a gente perde a loucura de viver pequenos grandes momentos, tais como, finais de semana ao ar livre, exercer paixões mesmo que sem formação acadêmica traz uma satisfação ao ego...?
Qual o papel do tempo? Ou melhor, o que estamos fazendo com o tempo? Ele está passando por nós, nós estamos passando por ele, ou estamos juntos e atualizados com a nossa história? Respire e seja cauteloso. Eu vou tomar cuidado para que as coisas melhorem a cada dia, que cada vez mais eu consiga ser feliz com os olhos no relógio, não deixando que ele me roube as emoções, as razões e as intuições de uma jovem e curiosa garota, até depois dos 100.