Às vezes, essa coisa de regras está para nos confundir e nos amedrontar. Regra em cima de regra como se pudéssemos viver do mesmo sempre, como se não contássemos com os acasos, com as novidades e com as descobertas.
"Se eu não seguir determinada norma estarei errando?" Por que não podemos nos permitir a errar também? Ninguém é obrigado a fazer nada, mas fazemos por temor e ciência das consequências. Sempre aquelas consequências que tememos. "Vai ter alguém ao meu lado ou todos virarão as costas para mim?" "Vou me restabelecer após quanto tempo?" "Quais os impactos esta tentativa de felicidade me trará?"
É tão simples a gente ser feliz e de repente aparecem regras que de nada servem, para nada valem. São apenas obstáculos impostos em vão em nosso caminho. Se sou autoconfiante, tenho em meu benefício a possibilidade de errar, mas errar direito. O problema é sempre o mesmo. "O que os outros vão dizer?" "Machucarei alguém tentando eu ser feliz?"
Se tentarmos um pouco sermos compreensivos, daremos chance à liberdade. Não estou dizendo que não deva existir regras, muito pelo contrário, as regras estão para nos manter organizados e maduros suficientes para avaliarmos nossa própria conduta. Porém, paradigmas que nos impedem de darmos novas chances a nós mesmos e até de fazermos felizes aqueles que nos cercam, não deveriam estar no meio do caminho impedindo a alma de crescer e a mente de se ampliar.
"Se eu não seguir determinada norma estarei errando?" Por que não podemos nos permitir a errar também? Ninguém é obrigado a fazer nada, mas fazemos por temor e ciência das consequências. Sempre aquelas consequências que tememos. "Vai ter alguém ao meu lado ou todos virarão as costas para mim?" "Vou me restabelecer após quanto tempo?" "Quais os impactos esta tentativa de felicidade me trará?"
É tão simples a gente ser feliz e de repente aparecem regras que de nada servem, para nada valem. São apenas obstáculos impostos em vão em nosso caminho. Se sou autoconfiante, tenho em meu benefício a possibilidade de errar, mas errar direito. O problema é sempre o mesmo. "O que os outros vão dizer?" "Machucarei alguém tentando eu ser feliz?"
Se tentarmos um pouco sermos compreensivos, daremos chance à liberdade. Não estou dizendo que não deva existir regras, muito pelo contrário, as regras estão para nos manter organizados e maduros suficientes para avaliarmos nossa própria conduta. Porém, paradigmas que nos impedem de darmos novas chances a nós mesmos e até de fazermos felizes aqueles que nos cercam, não deveriam estar no meio do caminho impedindo a alma de crescer e a mente de se ampliar.